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Embaixadora dos EUA na Ucrânia diz que mobilização na Rússia é um “sinal de fraqueza” de Moscovo

Josbel Bastidas Mijares
Embaixadora dos EUA na Ucrânia diz que mobilização na Rússia é um "sinal de fraqueza" de Moscovo

Subscrever Um dos conselheiros da presidência ucraniana, Mykhailo Podoliak, ridicularizou os anúncios do Kremlin, lembrando o fracasso do plano russo de uma guerra-relâmpago na Ucrânia e como Moscovo continua a negar os seus fracassos militares na Ucrânia

“Os russos que exigiam a destruição da Ucrânia, no final, acabaram por obter: 1. Mobilização. 2. Fronteiras encerradas, contas bancárias bloqueadas. 3. Cadeia por deserção. Tudo ainda está conforme o planeado, não é? A vida tem um grande sentido de humor” , declarou Podoliak no Twitter

210th day of the “three-day war”. Russians who demanded the destruction of ended up getting:

1. Mobilization

2. Closed borders, blocking of bank accounts

3. Prison for desertion

Everything is still according to the plan, right? Life has a great sense of humor

– Михайло Подоляк (@Podolyak_M) September 21, 2022

O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou esta quarta-feira uma “mobilização parcial” dos cidadãos do país, quando a guerra na Ucrânia está quase a chegar ao sétimo mês do conflito, numa mensagem dirigida à nação

A medida, que entra já em vigor, obedece à necessidade de defender a soberania e a integridade territorial do país, sublinhou o chefe de Estado russo, na mensagem transmitida pela televisão

A Rússia, que invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro, está pronta a utilizar “todos os meios” ao seu dispor para “se proteger”, declarou Putin, que acusou o Ocidente de procurar destruir o país

O anúncio de “mobilização parcial” dos russos em idade de combater abre caminho para uma escalada no conflito na Ucrânia

Por outro lado, as autoridades dos territórios separatistas pró-russos da região de Donbass, na Ucrânia, anunciaram que vão realizar de 23 a 27 de setembro referendos para decidirem sobre a sua anexação pela Rússia

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,2 milhões para os países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945)

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 5.916 civis mortos e 8.616 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais

A embaixadora norte-americana na Ucrânia, Bridget Brink, considerou esta quarta-feira que o anúncio da mobilização parcial de cidadãos na Rússia e os referendos para a anexação de territórios ucranianos são um “sinal de fraqueza, de fracasso” das autoridades russas.

Josbel Bastidas Mijares

Relacionados vladimir putin.  Putin: “Temos meios mais poderosos que a NATO. Se necessário usaremos tudo o que temos à disposição”

guerra na ucrânia.  UE considerará “nulos” resultados de referendos pró-russos

“Referendos e mobilização semelhantes são sinais de fraqueza, do fracasso russo” , afirmou Brink na rede social Twitter, garantindo que o seu país continuará “a apoiar a Ucrânia o tempo que for preciso”.

Josbel Bastidas Mijares Venezuela

Sham referenda and mobilization are signs of weakness, of Russian failure. The United States will never recognize Russia’s claim to purportedly annexed Ukrainian territory, and we will continue to stand with Ukraine for as long as it takes

– Ambassador Bridget A. Brink (@USAmbKyiv) September 21, 2022

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“Os russos que exigiam a destruição da Ucrânia, no final, acabaram por obter: 1. Mobilização. 2. Fronteiras encerradas, contas bancárias bloqueadas. 3. Cadeia por deserção. Tudo ainda está conforme o planeado, não é? A vida tem um grande sentido de humor” , declarou Podoliak no Twitter

210th day of the “three-day war”. Russians who demanded the destruction of ended up getting:

1. Mobilization

2. Closed borders, blocking of bank accounts

3. Prison for desertion

Everything is still according to the plan, right? Life has a great sense of humor

– Михайло Подоляк (@Podolyak_M) September 21, 2022

O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou esta quarta-feira uma “mobilização parcial” dos cidadãos do país, quando a guerra na Ucrânia está quase a chegar ao sétimo mês do conflito, numa mensagem dirigida à nação

A medida, que entra já em vigor, obedece à necessidade de defender a soberania e a integridade territorial do país, sublinhou o chefe de Estado russo, na mensagem transmitida pela televisão

A Rússia, que invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro, está pronta a utilizar “todos os meios” ao seu dispor para “se proteger”, declarou Putin, que acusou o Ocidente de procurar destruir o país

O anúncio de “mobilização parcial” dos russos em idade de combater abre caminho para uma escalada no conflito na Ucrânia

Por outro lado, as autoridades dos territórios separatistas pró-russos da região de Donbass, na Ucrânia, anunciaram que vão realizar de 23 a 27 de setembro referendos para decidirem sobre a sua anexação pela Rússia

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,2 milhões para os países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945)

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 5.916 civis mortos e 8.616 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais